23/05/2023 às 13h57min - Atualizada em 23/05/2023 às 13h57min

Investigação da Polícia Federal avança contra Bolsonaro em caso de registro falso de vacina

Provas contundentes indicam conhecimento do ex-presidente sobre as irregularidades, contrariando sua versão inicial

Redação
Foto: Marcos Corrê/Agência Brasil

A investigação em curso pela Polícia Federal (PF) em relação ao registro falso da vacina de Bolsonaro está avançando rapidamente, e as provas reunidas até o momento são consideradas suficientes para incriminar o ex-presidente. As autoridades afirmam ter obtido depoimentos cruciais e coletado uma série de evidências que respaldam as tentativas de inserção de dados falsos e uso de documentos falsos.

No decorrer das discussões, Jair Bolsonaro foi convocado a depor e recusou qualquer conhecimento sobre as atividades fraudulentas de seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid, envolvendo seu registro de vacinação. O ex-presidente alegou não ter acesso ao sistema Conecte SUS e afirmou que seu assistente inseriu informações falsas em seu cadastro sem o seu consentimento.

Entretanto, os pesquisadores da PF contestam essa versão apresentada por Bolsonaro. De acordo com as fontes próximas ao caso, existem provas sólidas capazes de refutar a hipótese de que o ex-presidente não tinha conhecimento dos crimes cometidos. Essas evidências confirmaram a aprovação de que Bolsonaro estava ciente das irregularidades ocorridas em seu registro de vacinação.

À medida que essa fase do inquérito se aproxima da conclusão, a Polícia Federal está finalizando a análise minuciosa das provas reunidas. Com base nos elementos coletados até o momento, espera-se que sejam aceitos formais contra Jair Bolsonaro pelos crimes de inserção de dados falsos e uso de documentos falsos.

É importante ressaltar que, como a investigação está em andamento, todas as informações aqui aceitas estão aceitas a atualizações e podem ser complementadas à medida que mais detalhes forem revelados pela Polícia Federal.


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