Com apenas 7 jogadores, Ipatinga vê jogo ser encerrado antes do intervalo da estreia no Módulo II

A crise anunciada antes do apito inicial se concretizou da maneira mais drástica possível neste domingo (31)

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Foto FMF

A crise anunciada antes do apito inicial se concretizou da maneira mais drástica possível neste domingo (31). Em Contagem, o Ipatinga entrou em campo contra o Coimbra com apenas sete jogadores   o mínimo exigido pelo regulamento para dar início a uma partida oficial. Sem reservas, o time sofreu 4 a 0 ainda na primeira etapa, perdeu um atleta por contusão e, com apenas seis em campo, teve o jogo encerrado pela arbitragem antes do fim do primeiro tempo.

Dias antes da estreia do Campeonato Mineiro Módulo II, o clube já havia alertado sobre a dificuldade para registrar atletas, travada por pendências judiciais. A diretoria aguardava uma decisão que liberasse as inscrições, mas a solução não veio a tempo.

Com a lesão de um dos sete jogadores iniciais   e sem qualquer substituição possível, o Ipatinga ficou com seis atletas em campo. Pela regra, uma partida não pode prosseguir quando uma das equipes tem menos de sete jogadores. A arbitragem, então, determinou o encerramento definitivo da partida ainda no primeiro tempo, sem que o intervalo fosse alcançado.

O episódio escancara um dos momentos mais graves da história recente do Tigre do Vale do Aço. Além do vexame em campo, o Ipatinga já começou a competição com seis pontos negativos.

O resultado  4 a 0 para o Coimbra no momento da interrupção  e o encerramento precoce expõem uma grave crise administrativa e esportiva. Agora, o clube corre contra o tempo para evitar que a situação inviabilize sua permanência no Módulo II do Campeonato Mineiro de 2026.